Site divulga amostra dos livros mais vendidos no país

“Ecobag” da TAG Livros

Ranking dos livros mais vendidos no país, na semana de 11 a 17/03, em amostragem apurada pela publishnews a partir da soma simples das vendas das 13 livrarias consultadas. Entre elas, as redes Cultura, Leitura e Travessa.

A Sutil Arte de Ligar o Foda-se, Mark Manson – Intrínseca (8.979 volumes vendidos)

O Milagre da Manhã, Hal Elrod – BestSeller (7.312)

Seja Foda!, Caio Carneiro – Buzz (3.579)

Me Poupe!, Nathalia Arcuri – Sextante (3.492)

O Poder da Ação, Paulo Vieira – Gente (3.280)

As Aventuras na Netoland com Lucas Neto, Lucas Neto – Sextante (2.829)

O Poder do Hábito, Charles Duhigg – Objetiva (2.550)

Da Favela para o Mundo, Edu Lyra – Buzz (2.476)

Do Mil ao Milhão, Thiago Nigro – HarperCollins (2.450)

Por Onde for o teu Passo, que lá Esteja o teu Coração, Pe. Fábio de Melo – Planeta Brasil (2.239)

Os Segredos da Mente Milionária, T. Harv Eker – Sextante (2.239)

O Poder Oculto, Pe. Reginaldo Manzotti – Petra (2.167)

O Poder da Autorresponsabilidade, Paulo Vieira – Gente (2.121)

O Poder do Agora, Eckart Tolle – Sextante (1.861)

Minha História, Michelle Obama – Objetiva (1.833)

Mais Esperto que o Diabo, Napoleon Hill – CDG (1.791)

Aprendizados, Gisele Bündchen – BestSeller (1.722)

O Diário Perdido de Gravity Falls, Alex Hirsch – Universo do Livro (1.686)

A Cinco Passos de Você, Rachael Lippincott, Mikki Daughtry e Tobias Laconis – Globo Alt (1.659)

Sapiens, Yuval Noah Harari – L&PM / Poesia que Transforma, Braúlio Bessa – Sextante (1.618)

Fazendo a feira na Argentina e Colômbia

Feira do Livro de Bogotá

Duas grandes feiras devem movimentar o mercado de livros na América Latina a partir do próximo dia 25 de abril. A maior delas, com uma média de visitantes de cerca de 1 milhão de pessoas, acontece em Buenos Aires e prossegue até 13 de maio. No mesmo dia, será aberta, também, a Feira do Livro de Bogotá, que vai até 6 de maio e que reuniu em sua edição anterior cerca de 550 mil visitantes.

Por aqui, um dos maiores eventos do gênero do país, a Bienal Internacional de São Paulo, está agendada para o período entre 30 de outubro e 8 de novembro do ano que vem. Em 2018, a Bienal de SP teve um público (decrescente em relação à edição de 2016) de 663 mil visitantes, segundo a Câmara Brasileira do Livro, realizadora da Bienal.

Grandes distopias

Cinco grandes romances “distópicos”, selecionados e comentados por André Benjamim, do site homoliteratus.com.

-“A Máquina do Tempo”, H. G. Wells (1895)

Um viajante do tempo chega a um longínquo ano no futuro e encontra uma sociedade que não evoluiu da maneira imaginada. A espécie humana encontra-se agora dividida em duas subespécies, uma que anda na face da terra numa inocência primitiva e outra que vive nas profundezas, num sistema de túneis e indústrias.

“Nós”, Evgueni Zamiatin (1924)

A história do escritor russo se passa no Século XXX e nela não existem indivíduos, apenas a comunidade; não existem pessoas, nem cidadãos, existem números. As casas são feitas de vidro e todos habitantes desempenham o papel de policiais e não há exclusividade sexual.

“Admirável Mundo Novo”, Aldous Huxley (1931)

A ciência, a tecnologia, e a organização social ao invés de atuarem em benefício dos humanos, escravizaram a espécie sem que as pessoas tenham se dado conta. O homem é produzido em série, de acordo com as necessidades, e dividido em cinco castas: alfas, betas, gamas, deltas e ipsilões. Esses últimos destinados exclusivamente a trabalhos braçais.

“1984”, George Orwell (1949)

O mundo vive sob um estado totalitário, onipresente e onipotente, controlado pelos princípios que regem o Partido. Ninguém, nenhuma atividade, nada escapa ao controle do Grande Irmão. Ele controla tudo por meio de um aparelho semelhante a uma tv, que o permite ao mesmo tempo fazer a propaganda do Partido e controlar a atividade das pessoas.

“Farenheit 451”, Ray Bradbury (1953)

Escrito nos primeiros anos da Guerra Fria, a obra cria uma sociedade onde os livros são proibidos, as opiniões próprias são consideradas antissociais e hedonistas. Acabar com os livros é uma forma de suprimir o pensamento crítico e agora os bombeiros são chamados não mais para apagar, mas para atear fogo em livros. O título refere-se à temperatura em que o papel entra em combustão.