Dicas para qualquer idade

A lista foi publicada no dia 18 passado, no blog de Bia Reis, da Folha de São Paulo, para celebrar o Dia Nacional do Livro Infantil. Mas, a dica vale para qualquer momento. Foram selecionados 15 títulos infanto-juvenis “incríveis”, de autores e ilustradores brasileiros contemporâneos. Tem prosa, poesia e livro ilustrado.

-“ABCDinos”, Celina Bodenmüller/Luiz E. Anelli e Graziella Mattar (Ilustradora) – Peirópolis

-“Abrapracabrasil!”, Fernando Vilela – Brinque-Book

-“A Caligrafia de Dona Sofia”, André Neves – Paulinas

-“A Cozinha Encantada dos Contos de Fadas”, Katia Canton, Juliana Vidigal e Carlo Giovani (Estampas) – Companhia das Letrinhas

-“A Raiva”, Blandina Franco e José Carlos Lollo – Pequena Zahar

-“Bichológico”, Paula Taitebaum – Piu

-“Carvoeirinhos”, Roger Mello – Companhia das Letrinhas

-“Coisa de Gente Grande”, Patricia Auerbach – Sesi

-“Este é o Lobo”, Alexandre Rampazo – DCL

-“O Alvo”, Ilan Brenman e Renato Moriconi (ilustr.) – Ática

-“Olavo”, Odilon Moraes – Jujuba

-“O Barco dos Sonhos”, Rogério Coelho – Positivo

-“Orie”, Lúcia Hiratsuka – Pequena Zahar

-“Plantou Palavra, Colheu Poesia”, Socorro Acioli e Meg Banhos (ilustr.) – Armazém da Cultura

-“Vovó Veio do Japão”, Janaina Tokitaka, Mika Takahashi, Raquel Matsushita e Talita Nozomi – Companhia das Letrinhas

Notre Dame e o Quasimodo

Acima foto do ator Anthony Hopkins interpretando o Quasimodo. A imagem foi publicada pela BBC em matéria sobre o incêndio que destruiu parcialmente a Catedral de Notre Dame no último dia 15 e seu personagem símbolo. O corcunda de Notre Dame foi eternizado pelo escritor Victor Hugo em “Nossa Senhora de Paris”, publicado em 1831, e nas sucessivas versões da história adaptada para o cinema e televisão.

Abaixo, imagem do interior da catedral pós-incêndio em foto publicada pelo Wall Street Journal.

Direto do russo

Stanislávski na peça “The Lower Depths”, encenada no Teatro de Arte de Moscou, em 1902

Matéria assinada por Nelson de Sá na Folha informa que “O Trabalho do Ator Sobre Si Mesmo”, do diretor e ator russo Constantin Stanislávski, obra que é referência sobre interpretação não só nos palcos, mas também no cinema e na TV, vai ganhar sua primeira edição em português traduzido diretamente do russo. A editora 34 promete o lançamento da obra para o início do ano que vem. Os tradutores são Diego Moschkovich e Marina Nogaeva Tenório. Até então, só estava disponível no país a tradução da edição americana, intitulada aqui como “A Preparação do Ator”, de 1964, e que enfrentava, entre outras críticas, o fato de trazer apenas a primeira parte da obra original, ainda assim pela metade.

As mais bonitas do Brasil

Para quem, como eu, tem grande apreço pelas bibliotecas públicas, a repórter Mariana Felipe, da Revista Bula, listou, por meio de votação dos seus leitores, as “15 mais bonitas do país”. A primeira delas aberta ao público no Brasil, segundo o artigo, foi em 1811, na Bahia. Estima-se que hoje existam 6 mil no país.

Real Gabinete Português de Leitura – Rio de Janeiro

Aberta ao público desde 1900, possui a maior coleção de obras lusófonas fora de Portugal, com cerca de 350 mil volumes. Ocupa edifício gótico-renascentista, inaugurado em 1887.

Biblioteca Pública do Paraná – Curitiba

Fundada em 1857, possui acervo de aproximadamente 650 mil livros, além de jornais, revistas, mapas, manuscritos etc.

Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

Criada por D. João em1810 possui hoje acervo estimado em 9 milhões de peças e é considerada pela Unesco uma das dez maiores bibliotecas nacionais e a maior da América Latina.

Biblioteca da Floresta – Rio Branco

Inaugurada em 2007, é especializada em autores e temas da Amazônia e do Acre. Fica no Parque da Maternidade.

Biblioteca Nacional de Brasília

Possui acervo de cerca de 30 mil obras e, embora projetada no plano original da capital federal, do arquiteto Lúcio Costa, só foi entregue ao público no final de 2006.

Biblioteca Mário de Andrade – São Paulo

Fundada em 1925, ocupa edifício projetado pelo francês, Jaques Pilon, e é considerado um ícone da art-déco na capital paulista.

Biblioteca Pública Estadual do Amazonas – Manaus

Inaugurada em 1910, ocupa um prédio em estilo neoclássico e tem acervo com mais de 70 mil peças.

Biblioteca Infante D. Henrique – Salvador

Fundada em 1863 como Gabinete Português de Leitura de Salvador, tem sua atual sede em estilo gótico projetado pelo arquiteto italiano Alberto Barelli e acervo de cerca de 25 mil volumes.

Biblioteca de São Paulo

Inaugurada em 2010, faz parte do projeto de revitalização da área onde funcionou o presídio do Carandiru. Ocupa área de mais de 4 mil metros quadrados e tem acervo de 43 mil títulos.

Biblioteca Parque de Manguinhos – Rio de Janeiro

Inaugurada em 2010, conta com acervo de cerca de 25 mil volumes e foi inspirada em experiências adotadas em Medelín e Bogotá, na Colômbia.

Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais – Belo Horizonte

Fundada em 1954, foi projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer e possui acervo de cerca de 550 mil exemplares, entre livros, revistas e jornais.

Biblioteca Pública do Estado do Rio Grande do Sul – Porto Alegre

Criada oficialmente em 1871, foi aberta ao público em 1922 e possui acervo de 240 mil peças, entre elas livros raros dos séculos XVI ao XIX.

Biblioteca Pública do Estado da Bahia – Salvador

Criada em 1811, foi a primeira biblioteca pública da América do Sul e possui acervo de 120 mil livros, entre eles cerca de 60 mil títulos raros publicados desde o séculos XVI.

Biblioteca Pública Benedito Leite – São Luís´

É a maior do Estado, com acervo de cerca de 140 mil títulos. Fundada em 1826, foi transferida para a atual sede em 1951.

Biblioteca Pública do Acre – Rio Branco

Inaugurada em 1979, conta com acervo de cerca de 25 mil livros e funciona como centro cultural com mostras de filmes, cursos e oficinas.