Drummond mais

 

carlos-drummond-de-andrade-1.jpgHá 116 anos nascia, em Itabira (MG), nosso mais universal, mais influente e mais popular poeta: Carlos Drummond de Andrade. Contista, cronista e jornalista de qualidade igualmente celebrada, Drummond morreu aos 85 anos, em 17 de agosto de 1987, na cidade do Rio de Janeiro, vítima de um infarto.

Abaixo um dos seus poemas eternizados no repertório do povo brasileiro.

QUADRILHA

João amava Teresa que amava Raimundo

que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili

que não amava ninguém.

João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre,

Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes

que não tinha entrado na história.

Cultura em recuperação judicial

Livraria_Cultura

Segundo o noticiário, foi deferido na semana passada o pedido de recuperação judicial da Livraria Cultura. A rede, que recentemente havia incorporado as operações da Fnac no país, acumula dívidas de cerca de R$ 285 milhões. Entre as justificativas citadas pela empresa estão a perda de poder aquisitivo e a redução do hábito de leitura no país.

Celebrando os livros

mantrarea

Com pelo menos três datas para homenagear os livros, o país comemora hoje o Dia Nacional do Livro, estabelecido em razão de ser, também, a data de fundação da Biblioteca Nacional do Livro, em 1810, pela Coroa Portuguesa. Comemoramos ainda, em 18 de abril, o Dia Nacional do Livro Infantil, no caso em homenagem ao nascimento do escritor Monteiro Lobato, e no dia 23 do mesmo mês, o Dia Internacional do Livro.

126 anos de Graciliano

Graciliano I
Graciliano acompanhado do editor José Olympio e do pintor Cândido Portinari

Há 126 anos, completados ontem, nascia em Quebrangulo (AL) um dos mais importantes nomes da nossa literatura em todos os tempos: Graciliano Ramos de Oliveira. O autor de clássicos como “Vidas Secas” e “São Bernardo”, publicou seu primeiro conto, “Pequeno Pedinte”, no jornal do internato alagoano onde estudava em 1904. Em 1925 iniciou seu primeiro romance, “Caetés”. Além de escritor consagrado, Graciliano teve uma biografia movimentada, que incluiu a função de prefeito de Palmeira dos Índios e o encarceramento no presídio da Ilha Grande, no Rio.

Abaixo alguns dos principais títulos do escritor.

Caetés – 1933

Angústia – 1936

Vidas Secas – 1938

Infância – 1945

Insônia – 1947

Memórias do Cárcere – 1953

Viagem – 1954

Linhas Tortas – 1962

Viventes das Alagoas – 1962