Tempestade editorial

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Depois do anúncio da recuperação judicial da Livraria Cultura, do fim das operações da Fnac (absorvidas pela própria Cultura) e da falência da Laselva, novas e grandes ondas agitam o mercado editorial brasileiro. O controle da Companhia das Letras acaba de passar para as mãos da Penguin Random House, maior grupo editorial do mundo, e a  Saraiva anuncia o fechamento de 20 das suas 104 lojas no país.

Segundo a rede, a decisão se deu em função dos “desafios econômicos e operacionais do mercado”, além das mudanças na “dinâmica do varejo”.  Sozinhas, Cultura e Saraiva respondem por cerca de 40% do faturamento das editoras, que já vinham sofrendo com a diminuição das compras governamentais e da queda do consumo, de forma geral.

Por outro lado, matérias recentes mostram que outros formatos de negócios seguem resistindo. Redes de médio porte, como Livrarias Curitiba, Leitura e Travessa vivem momento de expansão de operações. Maior rede do Sul do país, a Curitiba acaba de inaugurar um cento de distribuição na capital paulista e a mineira Leitura está abrindo unidades nas estações rodoviárias do Tietê e da Barra Funda e no Aeroporto de Congonhas. A Leitura estima encerrar o ano com crescimento de 7%.

 

 

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