Literatura perde Amós Oz

O escritor israelense em foto do Al Arabiyaa

Mais uma grande perda na contabilidade de 2018. Morreu na sexta-feira (28), em decorrência de um câncer, aos 79 anos, o escritor israelense Amós Oz. Nascido em Jerusalém, em 1939, Oz era autor de livros como “Caixa-Preta”, “Judas” e “Como Curar um Fanático”.  Considerado um dos principais nomes da literatura de seu país, Oz foi criado em um kibutz e estudou filosofia e literatura na Universidade Hebraica de Jerusalém. Publicou cerca de 18 livros em hebraico, entre ficção e não ficção.    

Seleção 2018

Os melhores lançamentos do mercado editorial brasileiro em 2018, segundo críticos e jornalistas do Estadão:

Entre as Mãos, Juliana Leite – Record

O Sol na Cabeça, Geovani Martins – Companhia das Letras

O Romance Luminoso, Mario Levrero – Companhia das Letras

Luto, Eduardo Halfon – Mundaréu

Contos Completos, Caio Fernando Abreu – Companhia das Letras

Juca Paranhos, o Barão do Rio Branco, Luís Cláudio Villafañe G. Santos – Companhia das Letras

O Coração Pronto para o Roubo, Manuel Antonio Pina – Editora 34

Os Contos, Lygia Fagundes Telles – Companhia das Letras

Eufrates, André de Leones – José Olympio

O Pai da Menina Morta, Tiago Ferro – Todavia

Baratas, Scholastique Mukasonga – Nós

Dostoievski na Rua do Ouvidor, Bruno Gomide – Edusp

Chão de Peixes, Lúcia Hiratsuka – Pequena Zahar

Maior que o Mundo, Reinaldo Moraes – Alfaguara

O Espírito dos Meus Pais Continua a Subir na Chuva, Patricio Pron – Todavia

A Única História, Julian Barnes – Rocco

Coral e Outros Poemas, Sophia de Mello Breyner Andresen – Companhia das Letras

A Revolução dos Bichos, Odyr – Quadrinhos na Cia.

Ayako, Osamu Tezuka – Veneta

Uma Irmã, Bastien Vivès – Nemo

Antonio Candido 100 Anos, Maria Augusta Fonseca e Roberto Schwarz (Org.) – Editora 34

Fantástico Brasileiro – O Insólito Literário do Romantismo ao Fantasismo, Bruno Anselmi Matangrano e Enéias Tavares – Arte & Letra

A Acusação, Bandi – Biblioteca Azul

A Quinta Estação, N. K. Jemisin – Morro Branco

Canção de Ninar, Leila Silmani – Tusquets

A Chuva Imóvel, Campos de Carvalho – Autêntica

Fractais Tropicais, Nelson de Oliveira – Sesi-SP

A Face Serena, Maria Valéria Rezende – Penalux

Semente de Bruxa, Margaret Atwood – Morro Branco

Justiça Ancilar, Ann Leckie – Aleph

O Corpo Descoberto, Eliane Robert – Cepe

Destaques de dezembro, segundo o Estadão

Os dez livros “essenciais” do mês, conforme o Aliás, Estante, do jornal O Estado de São Paulo:

República Luminosa, Andrés Barba – Todavia

Romance premiado do autor considerado um dos melhores escritores jovens da língua espanhola.

Úrsula, Maria Firmina dos Reis – Companhia das Letras/Penguin

Publicado em 1859 e assinado pela primeira romancista negra brasileira.

A Máquina Parou, E. M. Forster – Iluminuras

Ficção científica do autor de Passagem para a Índia e Maurice.

As Três Irmãs, por Stanislavski, Tieza Tissi – Perspectiva

Texto traduzido direto do russo e partituras cênicas do diretor.

Evolution of Desire, Cynthia Haven – Michigan University Press

A vida de um dos grandes pensadores do século passado, René Girard.

A Transparência do Tempo, Leonardo Padura – Boitempo

Lançamento do escritor cubano, autor também do best-seller O Homem que Amava os Cachorros.

Riminha para Crianças Grandes, Wislawa Szymborska – Ayiné

Experimentos e brincadeiras literárias da poeta polonesa e prêmio Nobel de 1996.

Nos Ombros dos Gigantes, Umberto Eco – Record

Reunião de palestras do semiólogo italiano publicada postumamente.

Dez Argumentos para Você Deletar Agora suas Redes Sociais, Jaron Lanier – Intrínseca

O autor é um dos nomes mais bem-sucedidos do Vale do Silício e sugere que empresas como o Facebook lucram com a disseminação do ódio.

O Spleen de Paris, Charles Baudelaire – Via Leitura

Publicado originalmente em 1869, reúne versos do pilar do simbolismo francês.