O drama dos refugiados visto por Khaled Hosseini

Um dos escritores mais lidos no mundo hoje, o autor de origem afegã acaba de lançar “A Memória do Mar”, publicado aqui pela Globo Livros, com tradução de Pedro Bial. A obra, ilustrada pelo artista inglês Dan Williams, é, segundo resenha do Eu&Fim de Semana, do Valor, “um livro curto, mas poderoso”. Trata-se de uma homenagem do escritor a Alan Kurdi e às famílias expulsas de seus países pelas guerras e perseguições de origem étnica e religiosa. Alan era o menino de três anos encontrado morto numa praia da Turquia depois do naufrágio do barco de borracha no qual ele e a família tentavam chegar à Grécia. Sua imagem com o rosto afundado na areia percorreu o mundo inteiro pela internet e capas de jornais.

O livro foi escrito na forma de uma carta de um pai ao filho na véspera de uma viagem de barco que os levará a um destino melhor. “Contemplando o filho adormecido, o pai reflete sobre a jornada perigosa que vão enfrentar. É também um retrato da vida daquela família em Homs, no Oeste da Síria, antes da invasão do inimigo e da transformação da cidade em campo de batalha”, diz matéria assinada pela jornalista Sonia Nolasco, para o Valor, de Nova York.

Com mais de 55 milhões de livros vendidos, Hosseini é autor também, entre outros títulos, de “O Caçador de Pipas” – traduzido em mais de 70 idiomas e com cerca de 31,5 milhões de exemplares comercializados – e “A Cidade do Sol”.

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