74 anos sem Mário

Mário por Tarsila do Amaral, em quadro de 1922

No dia 25 de fevereiro de 1945 morria, em São Paulo, vítima de um ataque cardíaco, o poeta, ensaista , crítico de arte e romancista Mário de Andrade. Nascido na capital paulista em 9 de outubro de 1893, foi um dos pioneiros do movimento modernista no Brasil e um expoente da Semana de Arte Moderna de 1922. É autor, entre outros clássicos, de Macunaíma.

Algumas obras do autor:

Há uma Gota de Sangue em Cada Poema – 1917

Pauliceia Desvairada – 1922

A Escrava que não é Isaura – 1925

Losango Cáqui – 1926

Primeiro Andar – 1926

Clã do Jabuti – 1927

-Amar, Verbo Intransitivo – 1927

-Macunaíma – 1928

Ensaio sobre a Música Brasileira – 1928

Compêndio da História da Música – 1929

Modinhas e Lundus Imperiais – 1930

Remate de Males – 1930

Música, Doce Música – 1933

Belazarte – 1934

O Aleijadinho – 1935

-Álvares de Azevedo – 1935

Namoros com a Medicina – 1939

Música do Brasil – 1941

Poesias -1941

O Baile das Quatro Artes – 1943

Aspectos da Literatura Brasileira – 1943

Os Filhos da Candinha – 1943

O Empalhador de Passarinhos – 1944

Lira Paulistana – 1946

O Carro da Miséria – 1946

C-Contos Novos – 1946

Padre Jesuíno de Monte Carmelo – 1946

Poesias Completas – 1955

Danças Dramáticas do Brasil – 1959

Música de Feitiçaria – 1963

O Banquete, Ensaio -1978

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