32 anos sem Jean Genet

Foto: Edition-Originale.com

Hoje completam-se 32 anos da morte de um dos mais polêmicos escritores franceses do Século XX, Jean Genet (1910-1986). Abandonado pela mãe aos sete meses, o autor foi adotado por uma família da zona rural da Borgonha, abandonada por ele na juventude, quando passou por reformatórios e prisões. Aos 18 anos ingressou na Legião Estrangeira Francesa, de onde foi expulso após ser flagrado fazendo sexo com outro homem.

Escreveu romances e peças mais tarde consagradas mundialmente como “O Balcão”, “Os Negros”, “Os Biombos”, “Nossa Senhora das Flores”, “Querelle” e o livro de memórias “Diário de um Ladrão”. Sua vida marcada por escândalos não o impediu de ganhar a admiração e a amizade de nomes como Jean Cocteau, Jean Paul Sartre, Jacques Derrida e Michel Foucault.

A partir dos anos 70, ganhou fama também como ativista em causas como a dos palestinos e dos imigrantes na França.

Fez também, em 1950, um notável curta-metragem “Un Chant d’Amour”, já citado pelo cineasta Neville D’Almeida (“A Dama do Lotação”, “Os Sete Gatinhos”, “Rio Babilônia”) como o melhor (e com maior grau de liberdade) filme já visto por ele.

Uma badalada biografia do escritor francês, assinada pelo professor da universidade de Princeton, Edmund White, “Genet – Uma Biografia” está disponível por aqui em edição da Record.

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