Clássico do existencialismo de volta pela Nova Fronteira

Marco inaugural do existencialismo, “A Náusea”, do francês Jean-Paul Sartre (1905-1980), está de volta em nova e caprichada edição da Nova Fronteira. Lançada em 1938, a obra tem como protagonista Antoine Roquentin, intelectual pequeno-burguês, símbolo de uma geração que descobre, horrorizada, a ausência de sentido da vida. Sartre venceu (e recusou) o Nobel de 1964.

“aprendi que se perde sempre. Só os salafrários pensam que ganham.”

Trecho de “A Náusea”.

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