Fukuyama e a democracia

“Várias democracias têm avançado na direção errada, mas ainda essa ainda é a forma dominante de organização no mundo, e até países autoritários como a Rússia de (Vladimir) Putin ainda sentem que têm que passar pelo ritual das eleições porque não têm uma forma alternativa de legitimidade para oferecer em substituição à democracia como forma de governo.

Então, nesse sentido, acredito que a democracia ainda é uma ideia muito poderosa e continua a ser a principal ideia para nos organizarmos politicamente hoje no mundo.”

Do filósofo, cientista político e economista Francis Fukuyama (1952), em entrevista à repórter Paula Molina, da BBC News Mundo, onde aborda também questões como o avanço da ultradireita e dos populismos, ambas presentes no seu novo livro, “Identidades: A Exigência de Dignidade e a Política do Ressentimento”. Fukuyama virou uma celebridade do mundo acadêmico ao publicar, em 1989, o artigo “O Fim da História”, transformado em livro três anos depois.

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