A ancestralidade das árvores

Foto do livro “Ancient Trees: Portraits of Time”, da fotógrafa americana Beth Moon, tema de matéria recente publicada no site da BBC Brasil (ttps://www.bbc.com/portuguese/geral-48684390). Resultado de viagens da autora por lugares da Ásia, Europa, Estados Unidos, Oriente Médio e África, o livro revela imagens de algumas das árvores mais antigas da terra e pode ser adquirido, em edição importada, sob encomenda, no site da Amazon.

Animais iguais

A boa dica de lançamento recente, classificado como AA+ (Alta Qualidade) pelo caderno Eu&Fim de Semana do Valor, é “Memórias de um Urso Polar”, da japonesa Yoko Tawada. O livro, “estranho e pertubador”, segundo o jornalista Cadão Volpato, conta a história de três gerações de ursos artistas que convivem com os humanos como iguais. Pensam, falam e agem como pessoas. A autora nasceu em Tóquio em 1960, se mudou para Alemanha nos anos 80 e vive hoje em Berlim. Embora protagonizada por animais, a obra, de acordo com o site da editora Todavia, “revela como nós, humanos, nos comunicamos com nossos próprios sentimentos em meio aos eventos do século XX”.

Para a revista inglesa The Economist, “um romance com ecos de Kafka.”

Conrad e a barbárie eterna

Especialista em estudos linguísticos e literários em inglês, José Garcez Ghirardi comenta obra de Conrad em vídeo da Casa do Saber, publicado em 2017.

Matéria de recente edição do caderno “Ilustríssima”, do jornal FSP, traz resumo do posfácio do escritor Bernardo Carvalho para a nova edição de “Coração das Trevas”, de Joseph Conrad (1857-1924), que a Ubu lança a partir de 1 de julho, com tradução de Paulo Schiller. Texto na íntegra (para assinantes) pelo link https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2019/06/civilizacao-constitui-barbarie-em-coracao-das-trevas-escreve-bernardo-carvalho.shtml.

Conforme o site da editora, o livro é considerado uma obra-prima da literatura inglesa e se tornou também uma referência cultural sobre os horrores da colonização. “A história é de Marlow, capitão de um barco a vapor, em sua ida de encontro a Kurtz, um explorador de marfim de métodos questionáveis, que vivia entre os selvagens do Congo e precisava ser levado de volta à civilização. O romance mergulha no mundo interior do personagem principal, em busca do inominável, tendo as trevas da selva africana como imagem do inconsciente. O livro ficou conhecido ainda por ter inspirado o filme Apocalypse Now, de Francis Ford Coppola.”

Jósef Teodor Konrad Korzeniowski, ou Joseph Conrad, nasceu na Ucrânia, filho de país poloneses, e faleceu no condado de Kent, na Inglaterra, onde passou a viver, em 1894, após uma carreira na Marinha Mercante Britânica. Começou a escrever em inglês, sua terceira língua, em 1886 e, além de “Coração das Trevas” (1899) é autor, entre outros clássicos, de “Lord Jim” (1900) e “Nostromo” (1904).

Trump protagoniza nova acusação e novo livro

Pela enésima vez Donald Trump é personagem de uma polêmica, e de um livro. Agora é a vez da colunista da revista de moda Elle, E. Jean Carroll, que acusa o presidente dos EUA de estupro e que teve trechos de sua história antecipados na semana passada pela New York Magazine. O caso teria ocorrido na década de 90 em um provador de roupas da loja Bergdorf Goodman em NY. Donald, é claro, já se manifestou negando a acusação. Em comunicado, afirma que “jamais na minha vida me encontrei com essa pessoa. Ela está tentando vender um novo livro (…) que deveria ser exibido na seção de ficção”.