Poeta americana é a homenageada da Flip 2020

Elizabeth Bishop e o gato Tobias. Foto de 1954, do Vassar College Library

Os organizadores da Festa Literária Internacional de Paraty oficializaram ontem o nome que será homenageado no ano que vem: Elizabeth Bishop. Partindo para sua décima-oitava edição, pela primeira vez a Flip celebra um autor estrangeiro. Bishop (1911-1979), nasceu em Worcester, nos EUA, foi premiada com o Pulitzer de poesia em 1956 e viveu 20 anos no Brasil, de 1951 a 1971, no Rio, em Petrópolis e Ouro Preto. Aqui, onde chegou para passar alguns dias, a poeta conheceu a arquiteta Lota de Macedo Soares, com quem passou a ter um relacionamento amoroso, marcado pelo estranhamento cultural, por crises de asma, depressão e alcoolismo.

Da escassa biografia em português, dois livros da autora e um sobre ela merecem destaque: “Poemas Escolhidos”, “Uma Arte: as Cartas de Elizabeth Bishop”, ambos com tradução de Paulo Henriques Britto e lançados pela Companhia das Letras, e “Flores Raras e Banalíssimas: A História de Lota de Macedo Soares e Elizabeth Bishop”, de Carmen L. Oliveira, lançado pela Rocco. Esse último deu origem ao filme de mesmo nome, de 2013, dirigido por Bruno Barreto com Glória Pires e Miranda Otto como protagonistas.

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