Testemunho monumental em nova tradução

Já está à venda a nova tradução de “Arquipélago Gulag”, obra-prima do russo Aleksandr Soljenítsyn (1918-2008) lançada recentemente pela Editora Carambaia. A obra foi escrita clandestinamente entre 1958 e 1967 e lançada em sua primeira edição em Paris no final de 1973.

O livro, segundo sinopse da editora, é um testemunho íntimo e épico. “É narrativa histórica detalhista e, ao mesmo tempo, um ensaio político-filosófico ambicioso. Sua originalidade não está na denúncia dos campos de trabalho forçado, pois dezenas de ex-prisioneiros já haviam publicado memórias na década de 1970. O que distingue o livro de Soljenítsyn é a escala da empreitada (mais de duzentos relatos enviados ao autor serviram de fonte documental), a forma (uma ‘investigação artística’) e a qualidade literária. Seus personagens têm vida, profundidade, caráter, nobreza. O relato histórico é pano de fundo para uma reflexão sobre o bem e o mal.”

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