Nova perda irreperável para a literatura do país

Depois de Rubem Fonseca (15/04), Luiz Alfredo Garcia-Roza (16/04) e Sérgio Sant’Anna (10/05), entre tantos outros, mais uma perda na triste contabilidade da pandemia: prestes a completar 87 an0s, morreu, no Rio de Janeiro, a poeta, jornalista e tradutora Olga Savary. A notícia da morte foi confirmada ontem (16) ao jornal Folha de SP pelo ex-marido da poeta, o cartunista Jaguar.

Nascida em Belém do Pará no dia 21 de maio de 1933, Olga Savary ficou conhecida, entre outras obras, por “Magma”, uma coletânea de poemas eróticos, lançado em 1982. Foi, também, tradutora reconhecida por versões de Pablo Neruda e Mario Vargas Llosa e premiada, entre outros, com o Jabuti de 1971 pelo seu livro de estreia em poesia “Espelho Provisório”.

Ycatu

E assim vou

com a fremente mão do mar em minhas coxas.

Minha paixão? Uma armadilha de água,

rápida como peixes,

lenta como medusas,

muda como ostras.

*Do tupi “água boa”

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