Começos célebres

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Desenho de Sandro Botticelli para “A Divina Comédia”.

O trecho inicial de algumas obras clássicas, conforme publicado no El País.

“Odisseia” – Homero. Século VIII antes de Cristo. “Fala-me, Musa, do varão de grande engenho…”.

“Ilíada” – Homero. Século VIII antes de Cristo. “Canta, Deusa, a cólera de Aquiles…”.

“Eneida” – Virgílio. Século I antes de Cristo. “Canto às armas e a esse homem que das costas de Troia chegou primeiro à Itália …”.

“A Divina Comédia” – Dante Alighieri. 1321. “Na metade do caminho da vida, me encontrava em uma selva escura porque perdi o verdadeiro caminho…”.

“Dom Quixote de la Mancha” – Miguel de Cervantes. 1615. “Em um lugar da Mancha, de cujo nome não quero me lembrar, não faz muito tempo vivia um fidalgo dos de lança em cabido, adarga antiga, rocim magro e galgo corredor”.

“O Contrato Social” – Jean-Jacques Rousseau. 1762. “O homem nasceu livre e por todos os lados se encontra acorrentado”.

“Memórias Póstumas de Brás Cubas” – Machado de Assis. 1881. “Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte”.

“Moby-Dick” – Herman Melville. 1851. “Chamai-me Ismael”.

“Anna Karenina” – León Tolstói. 1877. “Todas as famílias felizes se parecem, mas cada família infeliz o é à sua maneira”.

“A Metamorfose” – Franz Kafka. 1915. “Em uma manhã, ao despertar de sonhos intranquilos, Gregorio Samsa se encontrou em sua cama transformado em um monstruoso inseto”.

“Em Busca do Tempo Perdido” – Marcel Proust. 1913-1927. “Durante muito tempo fui me deitar cedo”.

“Lolita” – Vladimir Nabokov. 1955. “Lolita, luz da minha vida, fogo das minhas entranhas”.

“Cem Anos de Solidão” – Gabriel García Márquez. 1967. “Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel Aureliano Buendía recordaria aquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer o gelo”.

“Em busca do tempo perdido” – Marcel Proust. 1913-1927. “Muito tempo tenho estado deitando-me temporão”.

Lembrando Stanislaw

Para marcar os 50 anos – completados hoje – sem o escritor, cronista, jornalista e radialista Sérgio Marcus Rangel Porto, mais conhecido como Stanislaw Ponte Preta, uma citação (atualíssima) e sua bibliografia, segundo a Wikipedia:

“A prosperidade de alguns homens públicos do Brasil é uma prova evidente de que eles vêm lutando pelo progresso do nosso subdesenvolvimento.”

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Obras como Stanislaw Ponte Preta 

-“Tia Zulmira e Eu” – 1961

“Primo Altamirando e Elas” – 1962

“Rosamundo e os Outros” – 1963

Garoto Linha Dura” – 1964

“Febeapá – Festival de Besteiras que Assola o País” – 1966

“Febeapá 2 (Segundo Festival de Besteiras Que Assola o País)” – 1967

“Na Terra do Crioulo Doido” – 1968

“Febeapá 3” – 1968

“A Máquina de Fazer Doido” – 1968

-“Gol de Padre”

Como Sérgio Porto 

“Pequena História do Jazz” – 1953

“O Homem ao Lado” – 1958

“A Casa Demolida” – 1963

“As Cariocas” – 1967