A história dos conquistadores

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Lançamento da Editora Crítica comentado pelo El País – Brasil, “Conquistadores – Como Portugal Forjou o Primeiro Império Global” é, segundo o jornal espanhol, um ensaio apaixonante sobre um episódio histórico ainda desconhecido por muitos. Assinado, pelo historiador britânico Roger Crowley, o livro aborda um período de 30 anos, a partir de 1497, quando Portugal se valeu da ousadia e habilidade de seus navegantes para descobrir a rota para a Índia e dominar o comércio mundial de especiarias, entre outras conquistas. Uma história recheada de personagens como o rei Manuel, “o Venturoso”, Dom João II, Afonso de Albuquerque e Vasco da Gama. Figuras que “misturavam suas ambições particulares com os objetivos públicos do império, muitas vezes sofrendo perdas espantosas em busca da riqueza global”.

Histórias russas

Classificado na categoria “Alta Qualidade” do caderno EU&Fim de Semana, do Valor, chega ao país, pela Todavia, o livro “A Lanterna Mágica de Mólotov – Uma Viagem pela História da Rússia”. O Livro, uma mistura de ensaio, romance e memórias, é assinado pela jornalista britânica Rachel Polonsky. O fio condutor da história é o personagem-título Viatcheslav Mólotov, o burocrata favorito de Stálin e o homem que deu nome ao famoso coquetel explosivo inventado, segundo o artigo do Valor, pelos finlandeses para para combater os invasores russos em 1939.

Toque condenado

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“Seus cabelos, uma vez tão bonitos, estão caindo como os de um velho; cedo na vida ele está ficando careca.”

Ilustração do livro “Le Livre Sans Titre” (O Livro sem Título) mostra jovem de 17 anos em processo de definhamento causado pela masturbação. A publicação anônima, de 1830, contém 15 desenhos coloridos a mão, mostrando o passo a passo da destruição a que estava destinado o corpo de quem praticava tal ato. Fonte: site aventuransahistoria.

O presente sombrio

Para quem, como eu, foi privado para sempre de conhecer parte importante da nossa História, da nossa Ciência e da nossa Cultura, um pouco do lugar, das pessoas e das histórias que só aprofundam o sentimento de tristeza pela perda, na noite do domingo passado, do Museu Nacional.

Localizado na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro e abrigo de uma coleção de 20 milhões de itens, o museu foi quase que totalmente consumido pelas chamas do absoluto descaso e da total irresponsabilidade das autoridades públicas do país. Ficamos irremediavelmente mais pobres e mais obscuros.

A Odisseia em argila

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Conforme anúncio feito essa semana pelo ministro da Cultura da Grécia, arqueólogos descobriram o que acreditam ser o mais antigo fragmento do poema épico “Odisseia”, de Homero. Uma equipe de pesquisadores gregos e alemães teriam encontrado o fragmento em uma placa de argila entalhada na antiga Olímpia, berços dos jogos olímpicos localizado na península do Peloponeso. A placa contém 13 versos do Canto 14 da “Odisseia”. A obra tem 12.109 linhas de poesia contando a história de Ulisses, rei de Ítaca, que vaga durante 10 anos tentando voltar para casa após a queda de Tróia. A “Odisseia”, conforme assinalado nas notícias divulgadas pela imprensa mundial, é o segundo grande poema atribuído a Homero. O outro é a “Ilíada”. Ambos são considerados duas das maiores obras da literatura mundial em todos os tempos.