Dos livros para a Netflix

Lista de filmes disponíveis na Netflix “para apaixonados por livros”. A seleção é de Mariana Felipe, da Revistabula.

“Para Todos os Garotos que Já Amei”, Susan Johnson – 2018

Comédia romântica adaptada do livro de Jenny Han.

“A Vida de uma Mulher”, Stéphane Brizé – 2017

Adaptação do romance de Guy de Maupassant

“A Livraria”, Isabel Coixet – 2017

Baseado no livro de Penelope Fitzgerald.

“A Leoa”, Vibeke Idsoe – 2016

Baseado no livro “Lovekvinnen”, de Erik Fosnes Hansen – 2016

“Amizades Improváveis”, Rob Burnett – 2016

Baseado no livro homônimo, de Jonathan Evison

“Farol das Orcas”, Gerardo Olivares – 2016

Inspirado no livro de Roberto Bubas, “Agustin: Corazon Abierto”

“Lion – Uma Jornada para Casa”, Garth Davis – 2016

Adaptação da autobiografia de Saroo Brierley

“Carol”, Todd Haynes – 2015

Inspirado no romance de Patricia Highsmith.

“Palmeiras na Neve”, Fernando Gonzáles Molina – 2015

Inspirado em livro homônimo, de Luz Gabás

“Uma Caminhada na Floresta”, Ken Kwapis – 2015

Baseado no livro de Rick Curb e Bill Holderman

“A Morte e a Vida de Charlie”, Burr Steers – 2010

Adaptação do romance homônimo, escrito por Bem Sherwood

“O Barco, Inferno no Mar”, Wolfgang Petersen – 1981

Baseado no livro “Das Boot”, de Lothar-Günter Buchheim

Fica a dica

Abaixo os 10 romances brasileiros escritos por mulheres e lançados neste século mais citados em enquete da Revista Bula. Encabeçando a lista, Elvira Vigna, considerada uma das principais autoras contemporâneas do país, falecida em 2017, vítima de câncer e Martha Batalha, que com seu romance de estreia conquistou reconhecimento internacional e teve sua obra já adaptada para o cinema, em filme dirigido por Karim Aïnouz, lançado este ano e escolhido para representar o Brasil no Oscar.

“Como se Estivéssemos em Palimpsesto de Putas”, Elvira Vigna (2016)

“A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, Martha Batalha (2016)

“Sinfonia em Branco”, Adriana Lisboa (2001)

“Quarenta Dias”, Maria Valéria Rezende (2001)

“A Chave de Casa”, Tatiana Salem Levy (2007)

“Luzes de Emergência se Acenderão Automaticamente”, Luisa Geisler (2014)

“Minúsculos Assassinatos e Alguns Copos de Leite”, Fal Azevedo (2008)

“Vozes do Deserto”, Nélida Piñon (2004)

“Assim na Terra como Embaixo da Terra”, Ana Paula Maia (2004)

“Sinuca Embaixo D’água”, Carol Bensimon (2009)

Novidades de King em livro e adaptações

Com novo livro na praça, “O Instituto”, previsto para chegar ao Brasil no próximo dia 20, Stephen King, prestes a completar 72 anos, terá sua obra adaptada para pelo menos mais sete produções no futuro próximo. Além de sua obra literária, frequentemente na lista dos livros mais vendidos, King é fenômeno global também nas telas desde sua estreia com “Carrie” (1974), adaptada para o cinema pela primeira vez em 76 como “Carrie, A Estranha”, sob direção de Brian de Palma. Entre os megassucessos recentes estão “It a Coisa” (com bilheteria estimada em mais de US$ 327 milhões), “À Espera de um Milagre”, e “Cemitério Maldito”.

Nascido em Portland (EUA), em 21 de setembro de 1947, o escritor é o nono autor mais traduzido no mundo. Seus 59 romances, seis livros de não-ficção e cerca de 200 contos já foram publicados em mais de 40 países.

Futuras adaptações para séries de tv, cinema e outros projetos

“Sleeping Beauties”

“O Talismã”

“Cujo: Canine Unit Joint Operations”

“The Dark Tower”

“Lisey’s Story”

“Mile 81”

“Os Estranhos”

O folclore na seleção da Companhia das Letras

O dia oficial foi 22 de agosto, mas as dicas da lista elaborada pelo blog da Companhia das Letras valem para qualquer momento. São dez títulos sobre folclore, todos do catálogo próprio, naturalmente.

 –“Macacos me Mordam!”, de Ernani Ssó, com ilustrações de Florence Bretron

“Mata: Contos do Folclore Brasileiro”, de Heloisa Prieto, com ilustrações de Guilherme Viana

“Histórias à Brasileira: A Moura Torta e Outras”, de Ana Maria Machado, com ilustrações de Odilon Moraes

“Os Meninos que Viram Estrelas e Outras Histórias do Brasil”, de Sávia Dumont, com ilustrações de Jô Oliveira

“Nove Monstros Perigosos, Poderosos, Fabulosos do Brasil”, de Flavio de Souza

“Nas Águas do Rio Negro”, de Drauzio Varella, com ilustrações de Odilon Moraes

“Quem tem Medo de Curupira?”, de Zeca Baleiro, com ilustrações de Raul Aguiar

“Viagem pelo Brasil em 52 Histórias”, de Silvana Salerno, com ilustrações de Cárcamo

“Mula sem Cabeça: A Origem”, de Ilan Brenman, com ilustrações de Marjolaine Leray

“Minha Querida Assombração”, de Reginaldo Prandi, com ilustrações de Rodrigo Rosa

Os essenciais de agosto, segundo o “Aliás”

Seleção de agosto da equipe do caderno Aliás, do Estadão, de 10 livros lançados recentemente para incluir na estante.

-“35 Ensaios de Silviano Santiago” – Companhia das Letras

Parte da produção do ficcionista e crítico literário selecionada por Ítalo Moriconi, com ensaios dedicados a Lévi-Strauss, Drummond, Eça de Queiroz e jovens poetas surgidos na década de 1970.

-“Oblómov”, Ivan Gontcharov – Companhia das Letras

Traduzido por Rubens Figueiredo, o livro, publicado há 160 anos, é um clássico da literatura russa e retrata, segundo a editora, “com indulgência e ironia a elite russa às vésperas de uma mudança radical”.

-“Nova Cosmogonia e Outros Ensaios”, Stanislaw Lem -Perspectiva

Mais conhecido como autor de “Solaris”, o escritor polonês, renomado autor de ficção científica, foi também um ensaísta que não fugia de temas insólitos.  

-“Mary Ventura e o Nono Reino”, Sylvia Plath – Biblioteca Azul

Conto inédito no Brasil da poeta norte-americana escrito aos 20 anos, narra uma viagem de trem até o Nono Reino, ponto final da trajetória de uma jovem prestes a ingressar na vida adulta.  

-“O Futuro da Humanidade”, Michio Kaku – Crítica

Cientista conhecido com cocriador da teoria do campo de cordas, aborda no livro, a conquista de Marte, viagens interestelares com robôs, imortalidade e transumanismo.

-“Churchill & Orwell”, T.E. Ricks – Zahar

Mostra como essas duas figuras foram fundamentais, em tempos de ódio, autoritarismo e retrocessos, para a manutenção da liberdade, um por meio da literatura e o outro com sua prática política.

-“O Mundo Ainda É Jovem”, Domenico de Masi – Vestígio

Na obra, o sociólogo se debruça sobre temas como o trabalho e a longevidade para analisar as opções que se abrem para a humanidade no mundo contemporâneo. 

-“A Mercadoria Mais Preciosa”, Jean-Claude Grumberg -Todavia

Primeira obra do roteirista, dramaturgo e escritor é uma fábula que se distingue por tratar com delicadeza de um dos temas mais pesados da história, o Holocausto.  

-“Serpentário”, Felipe Castilho – Intrínseca

Une elementos das mitologias indígenas, do folclore nacional e da cultura popular a referências cinematográficas e literárias na chave da fantasia ou do horror.  

-“Ecos do Mundo”, Eça de Queiroz – Carambaia

Reúne artigos publicados em jornais, entre 1871 e 1899, e é dividido em quatro seções – Brasil, Inglaterra, França e Mundo. Nosso país é visto com deferência, especialmente em comparação com Portugal.